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Sequestro é esclarecido através de ação conjunta entre polícias do Paraná e Rio Grande do Sul

Sequestro é esclarecido através de ação conjunta entre polícias do Paraná e Rio Grande do Sul
Crédito da(s) Foto(s) para: Polícia Civil do Paraná

Em menos de 24 horas um sequestro ocorrido no Rio Grande do Sul (RS), que tinha como vítima dois empresários paranaenses, foi esclarecido com o apoio do Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) juntamente da 9ª Subdivisão Policial (SDP) de Maringá. Toda a ação aconteceu na quinta-feira (11) em parceria com o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) da Polícia Civil do Rio Grande do Sul.

Poucas horas após a troca de informações entre as polícias, os empresários foram localizados em um cativeiro situado em Alvorada/RS e um dos suspeitos de realizar o sequestro foi preso em flagrante no local pela equipe do DEIC. Com ele, os policiais também apreenderam um revólver de calibre 38 – o qual estava sendo utilizando para proferir ameaças às vítimas.

Segundo informações policiais, os dois empresários saíram do município de Maringá (PR) para ir até Alvorada/RS com o propósito de comprar uma retroescavadeira, que havia sido anunciado em um site de compras e vendas na internet. Os homens saíram pela manhã da cidade e não deram mais notícia à família.

Diante do fato, os familiares das vítimas procuraram a 9ª SDP para comunicar o ocorrido. Ao suspeitar de uma situação de sequestro, já que os homens estavam com os celulares desligados e não fizeram contato com ninguém desde que embarcaram, a equipe policial de Maringá comunicou o Tigre – que passou a atuar nas investigações e trocar informações com o DEIC.

O delegado titular do Tigre, Luís Fernando Viana Artigas Junior, afirmou que essa é uma prática de sequestro já conhecida pela especializada, chama-se “golpe do chute”. “A prática criminosa consiste em golpes aplicados pela internet. Geralmente os criminosos anunciam produtos e materiais fictícios do âmbito agrícola para chamar a atenção de empresários e investidores, assim, combinam a retirada do objeto, sabendo que a vítima estará com o dinheiro e a sequestram a fim de conseguir ainda mais dinheiro com a família”, conta.

As investigações continuam por parte do DEIC, com o intuito de identificar e prender os demais envolvidos no crime.

Meio da Página

Fonte:Polícia Civil do Paraná

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